segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

AUGUSTO JR ESCREVE AO BLOG AGRAVO

domingo, 19 de fevereiro de 2012


Quem é esse “marginal” chamado Augusto Júnior que teve mandado de prisão expedido pela Justiça Baiana, que é caçado pelas Tropas de Elite da Polícia Federal, Polícia Civil e Militar, que o Governo Federal disponibiliza vaga em presídio de segurança máxima para deixá-lo recluso ? Que a Rede Globo (Rede Bahia) execra e apresenta como um marginal de alta periculosidade, tentando jogar a opinião pública contra esse cidadão marginalizado pelo Estado da Bahia. Augusto Júnior, quem é esse terrorista ?
A pessoa supracitada é apenas um cidadão como outro qualquer: um homem de 30 anos de idade, nascido e criado na periferia de Ilhéus, no Bairro da Conquista, Cristão Católico praticante da Paróquia Santa Rita de Cássia, catequista, vice-coordenador do Encontro Eucarístico Com Crianças - ENEUC, ex-coordenador de Grupo Jovem, do Grupo de Renovação Carismática, filho de um “trapicheiro”, arrumador, (pessoa que carrega 60 kg de cacau na cabeça), e de uma lavadeira da rouparia do Hospital São José. Casado há quase dez anos, pai de uma menina de nove anos de idade e de um menino de quatro meses. Pedagogo, Especialista em Educação e Relações Étnico-raciais, discente do sexto semestre do Curso de Direito, todos na Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC. Supervisor Escolar da Rede Municipal de Ensino em Ilhéus, Policial Militar ainda, lotado na briosa, porém extinta RONDESP Sul.
Qual crime esse cidadão marginal cometeu ? Todos os crimes que as pessoas de bem desse país deveriam cometer, os quais seus pais, pessoas pobres, mas honestas, lhes ensinaram desde pequeno, os crimes que também foram aprendidos na igreja, nas homilias dos vários padres que já ouviu. Os crimes que aprendeu ao longo dos dez anos em que está na UESC, especialmente os aprendidos agora no curso de Direito, com vários de seus professores e colegas, os crimes que vários amigos que não se calam diante das injustiças têm lhe ensinado ao longo desses trinta anos de vida. Sabem qual o principal crime? Lutar incessante e incondicionalmente por seus diretos, pela defesa dos interesses daqueles que historicamente foram marginalizados pela sociedade, por conta de uma ditadura que assolou esse país e que me parece não ter deixado de existir, só mudaram ao atores.
Nós Policiais Militares fomos usados pelos militares do Exército durante a Ditadura e somos usados contemporaneamente pelo sistema que alguns consideram democrático, fomos e somos até hoje marionetes nas mãos dos que estão no poder, começamos a despertar e refletir sobre essa situação. Quando a PM paralisa suas atividades, todos percebem a sua imprescindibilidade, assim como são imprescindíveis os médicos os professores e todos os demais servidores que fazem esse Estado funcionar. Não se pode admitir, dada a importância desse profissional e os riscos de vida que ele corre para cumprir com a sua missão que ele não seja reconhecido pecuniariamente por isso.
Que fique bem claro, reitero de forma peremptória, o crime que esse cidadão marginal chamado Augusto Júnior cometeu, não foi o de lutar por aumento salarial e sim lutar para que a lei fosse cumprida pelo Estado da Bahia, personificado na pessoa do Senhor Governador Jaques Wagner. Os policiais que lutaram ao meu lado e muitos estão presos agora, o que inevitavelmente me remete à ditadura, lutaram para que a lei 7.145/97 (Lei da GAP) fosse cumprida, para que o acordo firmado com o Governador no ano de 2009 fosse mantido. Esse é o “crime de terror” pelo qual sou procurado, esse é crime pelo qual Prisco e mais seis amigos pessoais de Ilhéus estão presos, bem como tantos outros guerreiros pela Bahia a fora.
Muitos que lêem essa carta que não me conheciam, agora me conhecem e podem emitir um juízo de valor sobre a minha pessoa sem se deixar influenciar pelos meios de comunicação de massa, especialmente os televisivos que prestam um desserviço social quando mostram inverdades tentando induzir as pessoas ao erro. Estou pronto para ser julgado, não pela justiça convencional ou tradicional na qual eu acreditava e quero voltar a acreditar e que sempre trabalhei para garantir. Coloco-me para ser julgado pela justiça do povo que certamente se identifica com a minha história, pois ao ler a Constituição Federal vê que nada ou muito pouco do que está escrito, se traduz em realidade. Como é possível conceber um país com a sexta maior economia do mundo em que crianças ainda morrem de inanição, pessoas morrem à míngua nas filas de hospitais, muitos são empurrados para a marginalidade por falta de emprego, educação, entretenimento, culturas diversas e lazer.
Esse cidadão marginal chamado Augusto Júnior foi tratado como um bandido de alta periculosidade, porque ele conduziu as pessoas de Ilhéus, do Estado e porque não ousar dizer do Brasil a discutir Segurança Pública com seriedade, pois lidamos com o principal dos diretos dos cidadãos, a vida humana e com a garantia de tantos outros direitos. Como seria possível garantir direitos se nem os nossos são garantidos, não seria isso um paradoxo? Esse cidadão marginal levou as pessoas a refletirem sobre o seu papel de protagonista na construção da história desse país que não é de uns poucos como eles querem fazer parecer.
Esse cidadão marginal tornou-se perigoso porque conseguiu fazer com que os praças, que muitos consideram uma subclasse ou uma categoria de analfabetos e alienados, se percebessem como cidadãos. Ora, se foi possível fazer isso com militares, quem têm auto-estima baixa, certamente seria possível fazer com civis que há mais de 510 anos tem dos seus direitos negados, para garantir a riqueza de poucos que historicamente legislaram, administraram e julgaram em causa própria. Uma pessoa que conduz outras à reflexão torna-se perigosa para os que ocupam os espaços de poder.
Agora sim, que já garanti o meu direito a ampla defesa e o contraditório estou pronto para ser julgado pela sociedade que jurei defender mesmo com o risco da própria vida e sei que nesse momento esse risco é real, mais do que nunca. Em nome da ASPRA, de todos os praças da Polícia Militar da Bahia e especialmente em meu nome, esse cidadão marginal que lhes fala, quero pedir desculpa por todos os transtornos causados pela paralisação dos praças da PM - BA, mas quero dizer que esse foi o último meio que nos deixaram para que o nosso grito de dor fosse ouvido. O grito da dor pela perda de muitos praças que são mortos todos os dias na Bahia, e ninguém faz nada, o grito de dor das mães e famílias que os enterra e o Estado as deixam órfãs. Sei que esse também foi o grito de dor dos que não tem o que comer, não tem o que vestir, não tem onde morar, não tem educação ou saúde de qualidade, não tem um salário digno para se manter. Tudo isso foi um mal necessário, assim como às vezes a própria polícia é um mal necessário! Mais uma vez obrigado e aguardo o veredicto da Sociedade Ilheense, Grapiúna e Reginal.
Na oportunidade quero agradecer a todas as manifestações de apoio ao nosso movimento, a cada pessoa que mandou alimentos, que foi ao batalhão declarar apoio, ao juiz, a promotora e procuradora que se sensibilizaram com a minha situação (não estou autorizado a dizer nomes) aos amigos da UESC que fizeram uma carta aberta, aos meios de comunicação sérios em especial aos blogs, a Ciro Zatele, ao Dino, Wagner e o exército da Força Sindical, ao SIDCACAU, SINDPOC, APPI/APLB, APPM, ARBS, Portuários, Advogados, em especial o Dr. Valdimiro Eutímio da ASPRA, a todas as pessoas jurídicas ou físicas que nos ajudaram e que agradeceremos publicamente numa carta aberta da ASPRA assim que as coisas se acalmarem. Um obrigado especial a cada pessoa que se preocupou comigo, que chorou e sorriu ao meu lado, que rezou por mim, mandou sms, mensagem no face book, que me disseram uma palavra de encorajamento, que não me disseram nada mas me deram um abraço apertado ou um olhar carinhoso. Um obrigado mais especial ainda aos sócios da ASPRA de Ilhéus e Região que acreditaram em mim, a cada soldado, cabo, sargento, subtenente, a cada familiar ou amigo de policial que cuidou de mim durante o movimento como se estivessem cuidando de um filho. Fique aqui registrado o meu muito brigado a todos (as).
Augusto Leite de Araújo Júnior – Cidadão Marginal

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Carta aberta dos familiares de policiais e bombeiros militares da BA

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Carta Aberta das mães, esposas, viúvas, filhos e familiares de policiais militares e bombeiros militares do Estado da Bahia. Dignidade humana para quem faz segurança pública na Bahia Sociedade baiana.

Nós, (mães, esposas, viúvas, filhos e familiares de policiais militares e bombeiros militares do Estado da Bahia) que vivenciamos a mesma dificuldade que centenas de familiares de policiais militares e bombeiros do Brasil, queremos com esta carta expor um pouco do que passamos nos últimos dias com nossos familiares.

É importante evidenciar logo de início, que o movimento reivindicatório dos nossos familiares não foi exclusivamente em prol de melhorias salariais. A grande reivindicação foi pelo cumprimento de uma Lei Estadual " 7.145/97" de mais de 15 anos. Lei esta que foi sistematicamente utilizada por este governo em seu período de campanha eleitoral e durante toda sua gestão nunca foi posto em prática mesmo sendo público que se trata de anseio histórico da tropa.

Agora, após o movimento, já se fala em cumprir, ainda que parcialmente, provando, neste sentido, que o que faltou durante esse período foi vontade política, confirmando que o pleito dos nossos familiares além de justo, foi legítimo. Acima de tudo, a luta foi por dignidade e respeito, conquistada a duras penas, apesar do governo se utilizando da imprensa, tentar colocar nossos familiares como vândalos e marginais; o que não obteve êxito, pois a sociedade compreendeu os reais motivos e, certamente sabe que os verdadeiros policiais militares estavam lutando de maneira pacífica e ordeira, não coadunando com atitudes isoladas que foram verificadas no estado por supostos policiais militares.

É inaceitável, porém, que apenas nossos familiares, entre todas as categorias do funcionalismo público, não tenham direito ao exercício democrático do dialogo, pois tendo apresentado e protocolizado desde 2011 3 (três) ofícios com as mesmas reivindicações e solicitado abertura para a negociação, não houve sequer uma resposta, fato que em qualquer segmento causaria indignação, não sendo diferente com nossos policias militares.

Estivemos com nossos familiares no pátio da assembléia em sua "área externa", da mesma maneira que outros movimentos o fizeram e tiveram toda atenção do governo, inclusive com presença do próprio governador e contando com suporte material (alimentação, água e banheiros químicos), já para nossos policiais: cerco de tropas federais, corte de energia e proibição de entrada de alimentação, água potável e até mesmo medicamentos, além de agressões com tiros de borracha e gás lacrimogêneo nos policiais e seus familiares.

Lamentavelmente, fomos vítimas de algo nunca antes presenciado na história deste país, um grau de repressão jamais visto após o período ditatorial, que tanto foi combatido por estes que hoje estão no poder. Contudo, o verdadeiro horror começou após o acordo que pôs fim ao movimento.

A anistia administrativa, amplamente divulgada pelo governo e comando geral, não esta sendo cumprida e dezenas dos nossos familiares estão sendo presos sumariamente sem direito a ampla defesa e ao contraditório como dispõe a legislação. Mais uma vez acreditamos neste governo e comando e fomos enganados!

Para este governo não basta descumprir a lei, é preciso debochar... ser arbitrário. Além das prisões serem ilegais, nossos familiares estão recebendo tratamento desumano, incompatível com qualquer princípio constitucional. Ressaltamos, sobremaneira, que nosso objetivo é unicamente o devido processo legal, imparcial e sem benefícios. Apenas que se cumpra a lei!

Nós, familiares e a sociedade, seremos os mais prejudicados, pois estes policiais ficarão marcados para sempre, além de perdermos bons profissionais, isso ecoará no CIDADÃO POLICIAL MILITAR, independente de ter sido preso ou ter seu colega preso por lutar legitimamente pelos direitos de toda a tropa.

A auto-estima do policial militar já é uma das mais baixas entre todos os profissionais, a cada dia eles enfrentam a criminalidade mais equipada e com mais direitos que os próprios, além dos péssimos equipamentos de trabalho - a exemplo de viaturas sem condição de trafego, e armamento defasado- , uma carga horária excessiva e constante assédio moral protegido pelo regulamento a muito já ultrapassado, além disso, nossos familiares não têm a mínima possibilidade de vislumbrar ascensão profissional, uma vez que não existe plano de carreira real.

Já não tínhamos nossos familiares plenamente conosco por conta das escalas de serviço anti-social, além dos serviços extras ou "bicos" que são obrigados a fazer para complementar o orçamento familiar que mesmo assim fica aquém do necessário para sobrevivermos com dignidade. Sofremos em casa pela sua falta diária, sem a certeza do seu retorno, já que arriscam suas vidas a cada serviço.

Agora sofremos também pela intimidação nas unidades, mudanças nas escalas e principalmente com as prisões arbitrarias. Existe a ameaça real de que a perseguição só esta começando, não queremos com isso sofrer, familiares e sociedade, ainda mais.

Queremos de imediato: - Cumprimento da anistia adminstrativa e; - Devido Processo Legal com ampla defesa e contraditório! Juntos somos fortes! Familiares de policias e bombeiros militares da Bahia Bahia, 23 de fevereiro de 2012

Postado por Capitão Assumção às 15:45

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Direitos Humanos para quem é Humano

Policiais Militares estão sendo presos a mando do governador Wagner por exigir que o mesmo cumpra com a lei. Esses policias são exemplos de cidadão, porém em um regime que não lhes garante a cidadania. Como combater os marginais se o estado de Direito os tem como criminosos. Lutar por melhores condições de trabalho, lutar por uma vida mais digna ainda é considerado crime nesse pais Chamado Brasil. É crime dizer que precisamos de atenção, de respeito apenas por vestimos farda? é uma contradição desse estado democrático do direito. Clamo a OAB clamo aos Direitos Humanos, clamo ao Judiciário.

Mais policiais presos

Os Policiais Militares que intermediaram as decisões do movimento grevista no 15º BPM em Itabuna tiveram suas prisões preventivas decretadas pelo comandante geral da PM, Cel PM Castro, e estão, nesse momento, se deslocando para Salvador onde serão ouvidos e ficarão presos. O governo não cumpre sua palavra, divulgada por toda mídia, e promove uma verdadeira caça as bruxas. É muita irresponsabilidade para com a população baiana que ainda esta sob o efeito da insegurança causada pelos dias em que a Polícia ficou fora das ruas. Não é essa a resposta que a sociedade quer, ela deseja paz!

Algumas Questões


Nesses dias difíceis, me questionei a respeito do movimento pacífico por melhores salários e condições de trabalho realizado pelas praças da PMBA. Me questionei pois é difíicil não alcançar os objetivos e ver-se esmagado por uma mídia suja e um governo ditatorial que se utiliza de estratégias espúrias a fim de alcançar seus objetivos. Mas de meus questionamentos e angústias refleti sobre tudo que vi e vivi nesses meus quase 15 anos de polícia e constatei quantas mudanças e melhorias se deram neste espaço de tempo. Do contato com os colegas, velhos e novos, relembrei de boas histórias, de algumas que também fiz parte e pude constatar a renovação da tropa e admirar esses novos profissionais tão responsáveis e comprometidos. Embora a frustação de não se alcançar os objetivos almejados seja dolorosa, não posso deixar de constatar que realmente obtivemos algumas vitórias como a capacidade de organização, o respeito da comunidade, a mudança de paradgmas, mas de todas elas a que mais me chamou a atenção e até comoveu foi a união da tropa, que se iniciou com um grupo pequeno, mas tão coeso que aos poucos foi contagiando a muitos outros. Desse momento percebi que há possibilidade de mudança, que podemos melhorar nossa realidade. Parabenizo a todos os colegas que tanto se empenharam e que continuam denunciando abusos e exaltando boas atitudes. Acredito que nossa luta não foi em vão, ela trará resultados futuros como um salário mais justo, além de dignidade e respeito a esses homens e mulheres que compõe o quadro de praças da Polícia Militar do Estado da Bahia. Que Deus abençôe a todos!

Policiais que participaram de greve ficam fora do Carnaval de Salvador


Por: Radar Notícias - Data: 13/02/2012 - 06:05:01
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De acordo com policiais militares do 15º batalhão de Itabuna, os PMs não poderão trabalhar no Carnaval de Salvador por conta da greve que realizaram. Os policiais estão insatisfeitos com a situação, principalmente por conta do dinheiro que eles iriam receber e agora não vão.
“O Governo Wagner. em forma de punição, deixa os policiais de Itabuna, Ilhéus, Vitória da Conquista e Jequié sem receber o Carnaval de Salvador”, explica um policial. Ele ainda lembra que muitos já tinham programado o dinheiro que receberiam para comprar material escolar para os filhos.
O reforço para segurança do Carnaval será a Força de Segurança Nacional, cujos soldados continuam na Bahia.

Nota do Blog: Nunca é demais lembrar que a Força Nacional não tem experiencia em um evento como o Carnaval de Salvador, assim como foi compromisso do governo não fazer caça as bruxas. Qual a intenção dessas retaliações? Amedrontar as Praças? Isso gera ainda mais revolta e descontentamento, é um verdadeiro tiro no pé! Seja mais responsável governador!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Governo propõe GAP IV e GAP V e não punição dos PMs que participam pacificamente da paralisação

A implantação escalonada da Gratificação por Atividade Policial GAP IV, a partir de novembro de 2012, de forma que todo o efetivo da Polícia Militar seja promovido até 2015 à GAP V, principal reivindicação da categoria, foi a proposta apresentada nesta terça-feira (7) pelo Governo do Estado aos policiais militares.
A GAP IV terá sua implantação concluída em 2013. Um processo de transição será implantado, em 2014, com a aplicação de uma escala intermediária equivalente à metade da diferença entre a GAP IV e a GAP V e, em novembro de 2015, todos chegarão à GAP V.
Todo o efetivo da PM terá avanços na GAP, seguindo o mesmo cronograma. Além disso, está assegurado o reajuste de 6,5%, retroativo a janeiro de 2012. Essas propostas irão assegurar ganhos escalonados no período, que chegarão a 38,89% para soldados e a 37,11% para sargentos, graduações que correspondem aos maiores contingentes da tropa.
A proposta é centrada no objetivo principal de estabelecer uma política de mobilidade no avanço entre os níveis da GAP até chegar ao quinto e último nível da gratificação criada em 1997. Também está inserida na proposta uma medida de valorização do soldo com a incorporação de R$ 41,00 da GAP III.
O Governo do Estado também resolveu desconsiderar, pela via legal, como infração administrativa disciplinar as situações que envolvam, exclusivamente, a paralisação pacífica do serviço durante o período do movimento.

Nota do Blog: Esperamos que o governo cumpra e pare com a caça as bruxas que já começou a promover nos quartéis!